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Mesa redonda sobre o papel da literatura no empoderamento da mulher e dos jovens

Mesa redonda sobre o papel da literatura no empoderamento da mulher e dos jovens

A Aframo-chs, em parceria com a Amojof, acolhe na quarta-feira, dia 30 de Maio pelas 14h, nos jardins do Centro Cultural Franco Moçambicano (CCFM), uma mesa redonda que analisara o papel da literatura para o empoderamento da mulher e dos jovens. Os autores Eliana Nzualo e Andes Chivangue serão (...)

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Colóquio internacional AFRAMO-CHS 2018

Municipalização e gestão urbana em Moçambique Locais : CCFM e Universidade Pedagógica Maputo, 07-08 de Novembro 2018 Contextualização A descentralização em Moçambique é uma questão política, social e económica maior, num país que está a sofrer (...)

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Lancement de la troisième édition (2018) du concours « Prix Christian Geffray »

Lancement de la troisième édition (2018) du concours « Prix Christian Geffray »

L’Association Franco-Mozambicaine de Sciences Humaines et Sociales, en partenariat avec l’Ambassade de France au Mozambique, lance la troisième édition(2018) du concours « Prix Christian Geffray », destiné à récompenser le meilleur mémoire de Licenciatura soutenu par des étudiant-e-s mozambicain-e-s de (...)

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 A luta continua 40 anos depois : histórias entrelaçadas da África Austral, de Caio Simões de Araújo

A luta continua 40 anos depois : histórias entrelaçadas da África Austral, de Caio Simões de Araújo

O Centro Cultural Franco-Moçambicano, em parceria com a Embaixada de França em Moçambique, a AFRAMO e a Alcance Editores, acolhe, na quinta-feira dia 30 de Novembro, às 18h, o lançamento do livro colectivo A luta continua, 40 anos depois : histórias entrelaçadas da África Austral, coordenado pelo Dr. (...)

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Actualités scientifiques

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Coopération universitaire

Pedido de submissão de projetos de pesquisa

O Instituto Françês na Àfrica do Sul tem aberto candidaturas para bolsas em projectos de pesquisa : programas de pesquisa collectivos, trabalho de campo, encontros científicos e publicações. Podem (...)

Appel à projets IFAS 2018

Master 2 - Doctorant.e.s - Post-doctorant.e.s - Chercheur.e.s Dans le cadre de sa programmation scientifique, l’IFAS-Recherche finance chaque année un certain nombre de projets de recherche : (...)

Qui sommes-nous ?

L’Association franco-mozambicaine de sciences humaines et sociales

"Contribuir para o desenvolvimento da pesquisa em Moçambique." QUEM SOMOS A Associação Franco-Moçambicana de Ciências Humanas e Sociais é uma Pessoa Colectiva, de direito privado, sem fins lucrativos, dotada de personalidade jurídica, autonomia administrativa, financeira e patrimonial. A associação é composta por pesquisadores moçambicanos e franceses sobre Moçambique, antigos estudantes moçambicanos em França, assim como outros cidadãos interessados em contribuir para o desenvolvimento da pesquisa em (...)

Ressources documentaires

Instituto de Estudos Sociais e Económicos-IESE

Centro de Documentação do IESE O Centro de Documentação do IESE fornece diversos recursos para apoiar a actividade de investigação científica interdisciplinar sobre problemáticas do desenvolvimento (...)

Centro de Integridade Pública

Le CIP a pour objectif de promouvoir et de défendre l’integrité, la transparence, l’éthique, l’absence de corruption et la bonne gouvernance dans la sphère publique mozambicaine. Il publie des (...)

Repositório Saber

Repositório Científico de Moçambique Le Repositório Saber a pour objectif de rassembler, d’indexer et de mettre en accès libre les travaux universitaires des institutions d’enseignement supérieur et (...)

Bibliographie AFRAMO CHS

2015



  • FIGUIÉ, Muriel, BINOT, Aurélie et CARON, Alexandre, 2015. Sauvage et domestique, homme et animal: Politiques coloniales et post-coloniales de surveillance au Zimbabwe. In : Revue d'anthropologie des connaissances [en ligne]. 2015. Vol. 9,2, n° 2, pp. 163. DOI 10.3917/rac.027.0163. Disponible à l'adresse : http://www.cairn.info/revue-anthropologie-des-connaissances-2015-2-page-163.htm.


  • NATIVEL, Didier, 2015. Les musiciens, médiateurs d’échanges culturels entre Mozambique et Afrique du Sud: Sur quelques effets culturels de migrations anciennes. In : Afrique contemporaine [en ligne]. 2015. Vol. 254, n° 2, pp. 57. DOI 10.3917/afco.254.0057. Disponible à l'adresse : http://www.cairn.info/revue-afrique-contemporaine-2015-2-page-57.htm.

  • TALL, Kadya, POMMEROLLE, Marie-Emmanuelle et CAHEN, Michel (éd.), 2015. Collective mobilisations in Africa: mobilisations collectives en Afrique: enough is enough! / ça suffit!. Leiden : Brill. Africa-Europe Group for Interdisciplinary Studies. ISBN 978-90-04-29317-5 978-90-04-30000-2. HN773.5 .C65 2015OCLC: ocn909251256
    Mots-clés : Africa, Afrika, Politische Mobilisierung, Protest, Protestbewegung, Social movements.
    Note Note
    This book uses empirical research to bring together a broad range of protest contexts in twelve chapters. From the formation of Maroon societies in the early colonial period, to female mobilisation in authoritarian contexts, via urban youth culture, women or mineworkers in trade unionism, as well as pro- and anti- gay rights activists, the protagonists here all insist upon their rights to protest in a variety of ways. Sometimes popular protest is expressed through religion, often (and sometimes violently) by young people, exasperated by their long wait for social achievement. Electoral wars and the formation of militias reveal a geography of violence in urban areas, which, in some sectarian excesses, can be displaced to rural areas, as described in the study on Boko Haram Cet ouvrage regroupe un éventail comprenant douze contextes de contestation. De la formation de communautés marronnes au début de la colonisation, aux mobilisations féminines en contexte autoritaire, en passant par les cultures urbaines, les cultures syndicales des femmes et des travailleurs dans les mines, les contestations pro ou contre la liberté des homosexuels, tous font prévaloir leur pouvoir de contestation de manière plurielle. La voie religieuse est un domaine où s'exerce parfois de manière violente, les protestations de populations souvent jeunes, en attente de mobilité sociale. Les guerres électorales et la constitution de milices dessinent une géographie de la violence en milieu urbain, violence qui trouve à se déplacer en milieu rural dans certaines dérives sectaires comme en témoigne l'étude sur Boko Haram


  • VIVET, Jeanne, 2015. Déplacés de guerre et dynamiques territoriales postconflit au Mozambique. In : Hérodote [en ligne]. 2015. Vol. 158, n° 3, pp. 160. DOI 10.3917/her.158.0160. Disponible à l'adresse : http://www.cairn.info/revue-herodote-2015-3-page-160.htm.

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2004

1994

1990

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